Nicolas Von Behr mencionou que a exposição foi um resgate depois de tantas preciosidades que saíram do município
Escritor Nicolas von Behr relatou o valor histórico e cultural da Expedição
A expedição cientifica do barão Georg Heinrich von Langsdorff, organizada pelo Império Russo passou seis meses em Diamantino no ano de 1828 e voltou em 2011 para o município por meio de exposição.
A expedição percorreu cerca de 17 mil quilômetros em todo o país entre 1821 a 1829, desde o Rio de Janeiro até o Amazonas. A equipe da expedição tinha, além do próprio Langsdorff, que era médico, um botânico, um astrônomo e cartógrafo, um zoólogo e dois pintores, fazendo registros valiosos da natureza brasileira e do seu povo, consistindo-se no mais completo inventário do Brasil do século XIX.
Langsdorff era naturista, etnógrafo e diplomata, tendo sido vítima de malária nas margens do rio Juruena, quando perdeu totalmente a memória , faleceu na Alemanha. Segundo relatos, a Expedição Langsdorff foi a última e mais ambiciosa das viagens clássicas do início do século XIX.
Em Diamantino retratou ricamente a flora e a fauna, bem como sua gente.
Segundo o escritor Nicolas von Behr foi um resgate depois de tantas preciosidades que saíram do município.
Diamantino é o único município que tem a réplica das obras em tamanho real, informou o escritor, sendo que as originais estão na Rússia.
A Casa Memorial dos Viajantes também tem uma sala exclusiva para retratar a história de Langsdorff, com vasto material e gravuras da época, que pode ser visitada durante o ano todo.
A expedição percorreu cerca de 17 mil quilômetros em todo o país entre 1821 a 1829, desde o Rio de Janeiro até o Amazonas. A equipe da expedição tinha, além do próprio Langsdorff, que era médico, um botânico, um astrônomo e cartógrafo, um zoólogo e dois pintores, fazendo registros valiosos da natureza brasileira e do seu povo, consistindo-se no mais completo inventário do Brasil do século XIX.
Langsdorff era naturista, etnógrafo e diplomata, tendo sido vítima de malária nas margens do rio Juruena, quando perdeu totalmente a memória , faleceu na Alemanha. Segundo relatos, a Expedição Langsdorff foi a última e mais ambiciosa das viagens clássicas do início do século XIX.
Em Diamantino retratou ricamente a flora e a fauna, bem como sua gente.
Segundo o escritor Nicolas von Behr foi um resgate depois de tantas preciosidades que saíram do município.
Diamantino é o único município que tem a réplica das obras em tamanho real, informou o escritor, sendo que as originais estão na Rússia.
A Casa Memorial dos Viajantes também tem uma sala exclusiva para retratar a história de Langsdorff, com vasto material e gravuras da época, que pode ser visitada durante o ano todo.
Fonte: Assessoria de Impressa
Foto: Assessoria
Foto: Assessoria