A Bandeira, o Brasão e o Hino de Diamantino

Bandeira:

Características
Duas faixas extremas, uma em cima e outra embaixo, em cor verde, mais ao centro, duas outras faixas, em cor amarela e no centro, uma faixa maior de cor azul. No centro da faixa azul, em branco, as cinco estrelas do Cruzeiro do Sul. 

Representação das cores
Verde: representa a riqueza da produção agropecuária e as duas bacias hidrográficas da América do Sul, a Amazônica e da Prata, e a navegação Paranista. 

Amarela: representa o ouro e o diamante, cuja exploração nasceu o próprio nome Diamantino. 

Azul: representa o meio ambiente puro, e o céu tropical, em que insere a cor branca das estrelas.

Brasão: 

Escudo de Diamantino (Brasão) 
Foi criada pelo professor Rui Rodrigues Fontes e pelo padre José de Moura e Silva, no ano de 1979.

Coroa
Representa o domínio Colonial e Imperial dos portugueses.

Pássaro Fênix
Ave da mitologia grega que mesmo morta, queimada, reduzida a cinzas depois de mil anos renasceu. (Diamantino sempre ressurgiu em seus diversos ciclos históricos).

A Flecha
Representa as nossas nações indígenas, que com muita tenacidade resistiram aos constantes ataques moral e material ao longo da história.

O Diamante
Símbolo de dureza, beleza, riqueza e ambição, assim como o rio Diamantino o diamante faz parte de nossa etimologia que originou o nome Diamantino.

Os Ramos
Representa a pujança da agricultura em nosso município que desde o ano de 1800, se plantava arroz, algodão, cana de açúcar, mandioca até os dias atuais onde o carro chefe da nossa economia é a produção em larga escala de soja, milho, arroz , algodão, mandioca e outros derivados.

A Eráudica:
Progênies: povo, raça, descendência.
Durior: duro, forte.
Adamante: diamante.

Hino: 

Estribilho

Diamantino vai pra frente minha gente,

Diamantino da Senhora Conceição,

Diamantino vai ter alma novamente,

Diamantino vai ter novo coração.

 

Já catei ouro pelo Rio Diamantino,

Garimpei muito pelo nosso Ribeirão,

Não encontrei um diamante e ouro mais fino,

Nem mais riqueza que a do nosso coração.

 

Correu notícia que a cidade já está morta,

Só tem piçarra onde se pode dormir.

Mas essa gente virtuosa não se importa,

Vamos mostrar como se pode ressurgir.

 

Diamantino já viveu de braço escravo,

Que soou muito e trabalhou nesta Cidade,

Mas no futuro prometeste um povo bravo,

Irá pra sempre conservando a liberdade.

 

Todos os homens têm direito a existência,

A terra inteira foi criada em seu favor.

Só trabalhando e possuindo sem violência,

Crescem os homens na justiça e no amor.

 

Autores: Padre Darcy Cordeiro e Irmã Narendra